Texto básico: I Sm 22:1-2;
- Se voce tivesse que indicar quantos amigos voce tem, que número falaria?
Davi tinha 400 seguidores, 30 companheiros próximos, 3 valentes (2 Sm 23:8-29) e seu amigo do coração, Jonatas (2 Sm 1:26).
De forma parecida, Jesus era “amigo de pecadores” (Mt 11:19) tinha um grupo de 500 seguidores (I Co 15:6), outro de 120 (At 1:15), e os 70 enviados (Lc 10:1),os 12 discípulos (Mc 13:3-5), os 3 discípulos mais chegados a ele (Mc 14:33) e o discípulo amado (Jo 13:23) sem falar de amigos em diversos cantos (Jo 3:29; 11:1-3,11), inclusive muitas mulheres (Lc 8:1-3).
Larry Coy, no tradicional curso: Conflitos da vida indica cinco níveis de amizade.
- Conhecidos – pessoa que se conhecem, mas não sabem muito um do outro.
- Amigos gerais – Conhecem algumas coisas gerais um do outro, mas não estão muito envolvidos.
- Amigos-colegas: Estes estão envolvidos no trabalho, na igreja ou em outro contexto que requeira o compartilhar e a troca de opiniões para que seja possível fazer o trabalho.
- Amigos próximos – gostam um do outro; optam por passar tempo livre juntos; abrem seus corações; sentem um nível profundo de aceitação – Lc 1:39-45
- Amigos íntimos – Mt 17:1; I Sm 18:1-4 – são amigos próximos; a vida deles esta comprometida com os mesmos objetivos; eles têm um compromisso de ver o caráter de Cristo desenvolvido um no outro; possuem um senso de que o que pertence a um também pertence ao outro. (2 Co 8:1-5, 13-15).
Davi, de modo literal e espiritual, fugiu para a caverna. Seus irmãos e pais, agora solidários, foram ao seu encontro.
Dois de seus irmãos se destacaram: Simeia, cujo filho havia matado um gigante (I Cr 20:6-7) e Eliú, que se tornou líder da tribo de Judá (1 Cr 27:18).
Davi atraiu seguidores. Ele não era um guerreiro solitário. Após a luta com Golias, uniu-se imediatamente a Jônatas, atraiu estes 400 e rodeou-se de mentores.
Como rei desenvolveu uma equipe administrativa (2 Sm 8:15-18) e chegou a ter três de seus 30 guerreiros principais como pessoas mais próximas ou íntimas (2 Sm 23) e todos os amargurados de espírito. É um grande risco abrigar esse tipo de pessoa.
Sua amargura pode ser contagiante e destrutiva ou pode ser contornada para se transformar em descontentamento santo (Ex 2:11-12; I Sm 11:6; Rm 7:24; Hc 2:1-3; resgatando e transformando pessoas feridas. Deus quer nos dar o ministério de resgatadores e restauradores (Lc 4:18-19).